Quando penso em você riu sozinha, onde quer que eu esteja
E quando no meu pensamento ouço sua voz, me desconcentro!
E se em algum momento me lembro do seu cheiro,
É como se o mundo todo fosse pintado com sua cor.
Quando me furtam outros olhares, me censuro,
Como se naquele segundo eu maculasse a tua pureza.
Se eu te vejo me desalinho, me perco.
E essa distância física que me fere continuamente,
Reclusas e imersas em meio a todas essas obrigações diárias.
Mas sejamos pacientes e honestos:
Sequer nos conhecemos, quase nada temos em comum
Que não seja o desejo intenso, e talvez a mesma estrada.
Viu? nem é necessário o amor... Escrevi tudo isso sem pensar em quase ninguém. rsrss
No sábado lavei roupa. No domingo, passei. Entre um e outro fui à formatura (Esperia – zona norte) da minha super-ultra-mega-hiper amiga TháThá!
Espero ter fotos p/ “subir” p o fotolog em breve!!!
Emocionante a festa. Não vi a valsa, mas tudo foi muito bonito e até certo tempo arrumado (comportado!). A família dela é um barato, os amigos uns doidos!!! Mas embora eu estivesse meio chateada com uns probleminhas que aconteceram essa semana (gastrite, queimaduras faciais), me diverti muito.
Não sei porque as pessoas ficam tão espantadas quando eu mando um “amor não existe”!
Seria, no mínimo, assinar atestado de incompetência se eu dissesse que existe, né?! Meus ex estão casando, sequer gosto de alguém... parece diário de adolescente esse negócio, chega quase a ser nostálgico! Na escola a gente passava horas falando sobre isso e sonhando que aquele um (no Paraná se fala assim, ta, e em inglês tb... é chique!rs) seria O cara, que pra sempre!
E foi assim com todas as melhores amigas, a cor preferida, o odiar cor-de-rosa (ainda odeio, mas sei que tb pode mudar), as preferências musicais...
O melô da vida poderia ser então La donna è móbile!!!
Não estou forçando a barra e nem batendo na mesma tecla, sabe?!
Cada um vive e tira suas próprias conclusões da vida (se é que se pode tirar conclusões de algo que não acabou ainda), mas veja o caso:
Meu amigo gosta da minha amiga. A recíproca é verdadeira. Ele parece saber bem o que quer. Ela quer mas não sabe (e vai me matar quando ler!). E esse gostar duraria quanto tempo, depois que viesse o cotidiano? E durante a faculdade (quero muito que os dois consigam fazer um dia!)? E depois da vida toda?
Esse amor em que vocês acreditam não sobrevive a quase nada... Eu só acredito em formas de amor que sejam pra sempre! Amor de Deus, amor de mãe.
Não acredito muito em amor de filho, não. Tem até amor de amigo que não acaba, de irmão. Tem gente que me machucou muito e tb à minha família. Não existe sequer um dia na vida em que não nos lembremos... e sabe, até os mais céticos, depois que passou a raiva, claro, não deixam de querer bem e de tentar se convencer que foi tudo involuntário, sem culpa nem dolo...
E esse assunto tá começando a doer...
E depois minha professora vem criticar quem elogia o Renato por ter unido II Co 13 e Camões...
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